VOU FINGIR QUE NÃO DÓI !
23.10.1910 23.10.2010
Arnaldo de Menezes Pinto, o maior amigo, o maior Mestre, o maior presente que Deus me deu.
Às vezes é preciso fingir que não dói, mas, a poeira da ampulheta do tempo aciona o alarme e, mesmo sem querer, a sua ausência me causa grande dor. Ainda tenho estes sentimentos, de alegria, dor, saudade, vontades e mesmo inconscientemente ainda contam o tempo olhando a areia passar pelo estreito gargalo da ampulheta e matematicamente percebo que hoje o tempo conta um século do seu nascimento, cem anos e a felicidade me invade quando percebo que, nós vivemos os melhores dessa areia, caminhamos juntos os nossos melhores dias, conversamos sentados na grama do parque em frente ao mar, ajustamos os nossos sentimentos, quando você ainda dimensionava, trocamos as mais íntimas confidências e passamos coladinhos pelo gargalo dessa ampulheta e nos regozijamos no largo espaço da sua base, mesmo sabendo que não subiríamos para tornar a descer e caminhar juntos novamente, mas, a experiência de viver ao seu lado foi tão significante que não seria necessário um novo conviver.
Desde o dia em que fizemos um trato de que fingiria que morreria e eu fingiria que ficarias vivo, passamos a viver juntos, uma só vida, e agora, apenas um grão de areia trilha o relógio do tempo, mas, ele representa nós dois, tão um que não dá mais para identificar o que era eu e o que é você.
Não contarei outros cem, não assim com saudades, com alegrias, com todos os sentimentos, sei que a sua dimensão é apenas a dimensão do amor, assim, não nos cabe mais contar, apenas pedir que nesse oceano de virtudes que foi a sua breve passagem por aqui, permita o Pai Celestial, o Deus do nosso coração, da nossa compreensão, que pela Sua Magia, esses dois grãozinhos de areia novamente se encontrem no mundo celeste; Nós saberemos nos identificar, com certeza.
Me basta agora enxugar as lágrimas que me correm com o lenço que você me deu, e eu retribuirei todos os nossos momentos com o sentimento que você me ensinou, te amando.
Ninaldo Valejo PINTO
Ensaio 23.11.10
23.10.1910 23.10.2010
Arnaldo de Menezes Pinto, o maior amigo, o maior Mestre, o maior presente que Deus me deu.
Às vezes é preciso fingir que não dói, mas, a poeira da ampulheta do tempo aciona o alarme e, mesmo sem querer, a sua ausência me causa grande dor. Ainda tenho estes sentimentos, de alegria, dor, saudade, vontades e mesmo inconscientemente ainda contam o tempo olhando a areia passar pelo estreito gargalo da ampulheta e matematicamente percebo que hoje o tempo conta um século do seu nascimento, cem anos e a felicidade me invade quando percebo que, nós vivemos os melhores dessa areia, caminhamos juntos os nossos melhores dias, conversamos sentados na grama do parque em frente ao mar, ajustamos os nossos sentimentos, quando você ainda dimensionava, trocamos as mais íntimas confidências e passamos coladinhos pelo gargalo dessa ampulheta e nos regozijamos no largo espaço da sua base, mesmo sabendo que não subiríamos para tornar a descer e caminhar juntos novamente, mas, a experiência de viver ao seu lado foi tão significante que não seria necessário um novo conviver.
Desde o dia em que fizemos um trato de que fingiria que morreria e eu fingiria que ficarias vivo, passamos a viver juntos, uma só vida, e agora, apenas um grão de areia trilha o relógio do tempo, mas, ele representa nós dois, tão um que não dá mais para identificar o que era eu e o que é você.
Não contarei outros cem, não assim com saudades, com alegrias, com todos os sentimentos, sei que a sua dimensão é apenas a dimensão do amor, assim, não nos cabe mais contar, apenas pedir que nesse oceano de virtudes que foi a sua breve passagem por aqui, permita o Pai Celestial, o Deus do nosso coração, da nossa compreensão, que pela Sua Magia, esses dois grãozinhos de areia novamente se encontrem no mundo celeste; Nós saberemos nos identificar, com certeza.
Me basta agora enxugar as lágrimas que me correm com o lenço que você me deu, e eu retribuirei todos os nossos momentos com o sentimento que você me ensinou, te amando.
Ninaldo Valejo PINTO
Ensaio 23.11.10
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