Ninaldo – ensaio Nov2010-08
Depois de redescobrirem o meu Pinto, me encontro agora em uma situação bastante difícil, um dilema, podemos assim dizer. Muitos amigos comentaram a reinvenção do meu Pinto, fiquei contente, claro, mas, hoje acordei com um grande dilema: EU NÃO EXISTO!!!
Será uma crise existencialista? Síndrome da melhor idade? , não, estou lúcido, um pouco triste pelos 4 dias sem pescaria, apesar de ter muitos peixes congelados e meus amigos também comendo peixe da nossa produção, mas, ainda bastante lúcido, ainda me lembro do Pinto!!!
É um sentimento de isolamento total, o de não existir e também de ter amigos, muitos amigos que igualmente estão no mesmo planeta que eu, não existo e eles não existem, apesar de nos reunirmos com freqüência, conversar e saborear a gastronomia enológica, estou inventando um termo, sim, os vinhos me trazem à existência e vejo os meus amigos reais, sem visões e muitas citações hummmmmmmmmmm!!!!.
Dentre os meus amigos, nenhum, nem um, umzinho apenas, nunca, nunca jamais em eleição alguma, nem para síndico de condomínio, participou das pesquisas eleitorais, alguns até tentaram, ficaram junto a pesquisadores, mas, foram descartados e igualmente, não existem para efeito de pesquisas eleitorais.
No meu caso em particular, ainda tem um agravante, nunca recebi a visita do IBGE para senso algum, assim, se eu não fui contado, eu não existo e levo comigo a minha família, que apesar de RG, CPF, Título de Eleitor, IPVA, IPTU, ISS e outros números, não faz parte das estatísticas do IBGE; Das pesquisas eleitorais então, nem pensar, enfim, nós não existimos, mas, a Receita Federal insiste em me cobrar mais e mais Imposto de Renda, a Receita Federal é na minha vida como uma pensão judicial, um caso que nunca tive e todos os anos, assim como um Magistrado de uma Vara de Família decreta, está a mala do IRPF no rol das minhas despesas, mas, se eu não existo como posso ter esse privilégio de ser contribuinte?
Não, eu vou pescar, é melhor; Lá na pescaria não tem estatística e se tivesse ninguém acreditaria, pois palavra do pescador é igual palavra de camelô, o povo acredita, mas dá um desconto, assim, não serve para estatística !
Vou pescar e mesmo não existindo, vou pegar bons peixes e um dia vou falar com Biquara (meu amigo pescador QUE pesca e mente junto comigo) e fazer uma estatística dos peixes do mar !!
E contar para vocês !!!
Depois de redescobrirem o meu Pinto, me encontro agora em uma situação bastante difícil, um dilema, podemos assim dizer. Muitos amigos comentaram a reinvenção do meu Pinto, fiquei contente, claro, mas, hoje acordei com um grande dilema: EU NÃO EXISTO!!!
Será uma crise existencialista? Síndrome da melhor idade? , não, estou lúcido, um pouco triste pelos 4 dias sem pescaria, apesar de ter muitos peixes congelados e meus amigos também comendo peixe da nossa produção, mas, ainda bastante lúcido, ainda me lembro do Pinto!!!
É um sentimento de isolamento total, o de não existir e também de ter amigos, muitos amigos que igualmente estão no mesmo planeta que eu, não existo e eles não existem, apesar de nos reunirmos com freqüência, conversar e saborear a gastronomia enológica, estou inventando um termo, sim, os vinhos me trazem à existência e vejo os meus amigos reais, sem visões e muitas citações hummmmmmmmmmm!!!!.
Dentre os meus amigos, nenhum, nem um, umzinho apenas, nunca, nunca jamais em eleição alguma, nem para síndico de condomínio, participou das pesquisas eleitorais, alguns até tentaram, ficaram junto a pesquisadores, mas, foram descartados e igualmente, não existem para efeito de pesquisas eleitorais.
No meu caso em particular, ainda tem um agravante, nunca recebi a visita do IBGE para senso algum, assim, se eu não fui contado, eu não existo e levo comigo a minha família, que apesar de RG, CPF, Título de Eleitor, IPVA, IPTU, ISS e outros números, não faz parte das estatísticas do IBGE; Das pesquisas eleitorais então, nem pensar, enfim, nós não existimos, mas, a Receita Federal insiste em me cobrar mais e mais Imposto de Renda, a Receita Federal é na minha vida como uma pensão judicial, um caso que nunca tive e todos os anos, assim como um Magistrado de uma Vara de Família decreta, está a mala do IRPF no rol das minhas despesas, mas, se eu não existo como posso ter esse privilégio de ser contribuinte?
Não, eu vou pescar, é melhor; Lá na pescaria não tem estatística e se tivesse ninguém acreditaria, pois palavra do pescador é igual palavra de camelô, o povo acredita, mas dá um desconto, assim, não serve para estatística !
Vou pescar e mesmo não existindo, vou pegar bons peixes e um dia vou falar com Biquara (meu amigo pescador QUE pesca e mente junto comigo) e fazer uma estatística dos peixes do mar !!
E contar para vocês !!!
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